topbella
Mostrando postagens com marcador * Textos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador * Textos. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

As vezes é preciso mudar

Às vezes é preciso aprender a perder, a ouvir e não responder, a falar sem nada dizer, a esconder o que mais queremos mostrar, a dar sem receber, sem cobrar, sem reclamar.

Às vezes é preciso partir antes do tempo, dizer aquilo que se teme dizer, arrumar a casa e a cabeça, limpar a alma e prepará-la para um futuro incerto.

Às vezes mais vale desistir do que insistir, esquecer do que querer, arrumar do que cultivar, anular do que desejar. No ar ficará para sempre a dúvida se fizemos bem, mas pelo menos temos a paz de ter feito aquilo que devia ser feito, somos outra vez donos da nossa vida e tudo é outra vez mais fácil, mais simples, mais leve, melhor.

Às vezes é preciso mudar o que parece não ter solução, queimar cartas e fotografias, esquecer a voz e o cheiro, as mãos e a cor da pele, apagar a memória sem medo de perdê-la para sempre, esquecer tudo, cada momento, cada minuto, cada passo e cada palavra, cada promessa e cada desilusão, atirar com tudo para dentro de uma gaveta e deixar a chave fora, ou então pedir a alguém que guarde tudo num cofre e que a seguir esqueça o segredo.

Porque quem parte é quem sabe para onde vai. Quem fica, fica a ver, a pensar, a meditar, a lembrar. Até se conformar e um dia então esquecer.


As vezes precisamos desistir

Com o passar do tempo, percebi que existem situações das quais não podemos fugir. Como a morte, a partida ou a saudade, por exemplo. Mas não é disso que quero falar. Na verdade, entendi que às vezes precisamos abrir mão de certas coisas. Precisamos correr atrás dos nossos planos, realizar sonhos, viver a vida ao máximo. Mas sim, às vezes também precisamos desistir.

E por mais simples que pareça, não é. Desistir do que não queremos é fácil. Difícil é desistir daquilo que mais gostamos. Muitas vezes é algo pequeno, algo a que estamos acostumados, algo que sabemos que não fará falta. Mas até dessas coisas é difícil abrir mão.

Saber desistir é uma das últimas lições que aprendemos na vida, até porque é uma das mais duras. Mas com ela vem a sabedoria, a realização, o sucesso. Porque quando precisamos desistir de algo, é porque aquilo nos impede de ir adiante, de seguir com as nossas vidas.

Muitas vezes o que nos aprisiona é um relacionamento doentio, um sonho mesquinho ou fantasioso demais, um erro recorrente, um sentimento negativo. Mas nem sempre é algo ruim. Algumas vezes simplesmente estamos perdendo tempo com coisas que não trazem proveito algum. Um projeto falido ou uma atividade sem muito futuro, talvez.

Esse assunto me lembra os ‘Acumuladores’. Os ‘Acumuladores’ são pessoas com problemas psicológicos que não conseguem jogar nada fora. Eles vivem em meio a pilhas e pilhas de lixo (sacolas plásticas, papéis sujos, jornais antigos e rasgados, etc) e acham que precisam de tudo aquilo. É um distúrbio mental em que a pessoa não consegue desistir.

É claro que é um distúrbio raro e que, provavelmente, não conheçamos ninguém assim. Mas às vezes temos a síndrome do acumulador de atividades, de projetos, de planos, de sentimentos ruins. Chegamos a um ponto em que precisamos seguir em frente e não olhar para trás, para o que fica pelo caminho.

O problema é que, nessa grande viagem que é a vida, sempre queremos carregar tudo com a gente e esse excesso de malas nos traz um peso desnecessário. Então acabamos por ficar estagnados, cansados demais para prosseguir.

Há momentos na vida em que temos que deixar certas coisas de lado, nos desprender. Dói, machuca, fere nosso orgulho. Mas é necessário. Daqui a algum tempo olharemos para trás e saberemos que essas pequenas desistências valeram a pena para chegarmos onde chegamos.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Um dia você aprende que...

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.
E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.
E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destrui-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você é na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que você mesmo pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.
Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.
Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.
Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não lhe dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!
Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.

Correr riscos

Rir é correr risco de parecer tolo.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.

Somente a pessoa que corre riscos é livre!

Atire a primeira flor

Quando tudo parecer caminhar errado, seja você a tentar o primeiro passo certo;
Se tudo parecer escuro, se nada puder ser visto, acenda você a primeira luz,
traga para a treva, você primeiro, a pequena lâmpada;

Quando todos estiverem chorando, tente você o primeiro sorriso;
talvez não na forma de lábios sorridentes, mas na de um coração que
compreenda, de braços que confortem;
Se a vida inteira for um imenso não, não pare você na busca do primeiro
sim, ao qual tudo de positivo deverá seguir-se;

Quando ninguém souber coisa alguma, e você souber um pouquinho,
seja o primeiro a ensinar, começando por aprender você mesmo,
corrigindo-se a si mesmo;
Quando alguém estiver angustiado à procura, consulte bem o que se passa,
talvez seja em busca de você mesmo que este seu irmão esteja;

Daí, portanto, o seu deve ser o primeiro a aparecer, o primeiro a mostrar-se,
primeiro que pode ser o único e, mais sério ainda, talvez o último;

Quando a terra estiver seca, que sua mão seja a primeira a regá-la;
quando a flor se sufocar na urze e no espinho,
que sua mão seja a primeira a separar o joio, a arrancar a praga,
a afagar a pétala, a acariciar a flor;

Se a porta estiver fechada, de você venha a primeira chave;

Se o vento sopra frio, que o calor de sua lareira seja a primeira proteção
e primeiro abrigo.

Se o pão for apenas massa e não estiver cozido,
seja você o primeiro forno para transformá-lo em alimento.

Não atire a primeira pedra em quem erra.

De acusadores o mundo está cheio; nem, por outro lado, aplauda o erro;
dentro em pouco, a ovação será ensurdecedora;

Ofereça sua mão primeiro para levantar quem caiu;
sua atenção primeiro para aquele que foi esquecido;
Seja você o primeiro para aquele que não tem ninguém;

Quando tudo for espinho, atire a primeira flor;
seja o primeiro a mostrar que há caminho de volta, compreendendo que o perdão regenera,
que a compreensão edifica, que o auxílio possibilita,
que o entendimento reconstrói.
Atire você, quando tudo for pedra,
a primeira e decisiva flor.

Certo dia...

Um casal estava andando de moto:

Ela: Vai devagar estou com medo
Ele: Não, isso é divertido.
Ela: Está me assustando...
Ele: Então Diz que me ama
Ela: Eu te amo, agora vai devagar.
Ele: Então me abraça.
(menina o abraçou)
Ela: Agora vai devagar.
Ele: Tira o meu capacete e coloca em você, ele está me machucando.
Ela: Está bem


No jornal do dia seguinte:
ACIDENTE: uma moto estava com o freio estragado, haviam duas pessoas e apenas uma sobreviveu!

MORAL:
Quando o namorado descia o morro viu que o freio não estava funcionando,
então quis ouvir pela última vez a menina dizer que o amava, depois de
sentir o seu abraço pela última vez, e pediu para ela colocar o
capacete dele nela, para apenas ela sobreviver!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

O amor é outra coisa

O amor não te faz arder em chamas. O nome disso é combustão instantânea. Amor é outra coisa.

O amor não faz brotar uma nova pessoa dentro de você. O nome disso é gravidez. O amor é outra coisa.

O amor não te deixa completamente feliz. O nome disso é Prozac. Amor é outra coisa.

O amor não te deixa saltitante. O nome disso é Pogobol. O amor é outra coisa.

O amor não te faz acreditar em falsas promessas. O nome disso é campanha eleitoral. O amor é outra coisa.

O amor não te faz esquecer de tudo. O nome disso é amnésia. Amor é outra coisa.

O amor não te faz perder a articulação das palavras de repente. O nome disso é AVC. O amor é outra coisa.

O amor não te faz sentir borboletas no estomago, o nome disso é fome. O amor é outra coisa.

O amor não te deixa completamente imóvel. O nome disso é trânsito de São Paulo. O amor é outra coisa.

O amor não te deixa molinho e manhoso. O nome disso é Rivotril. O amor é outra coisa.

O amor não te deixa temporariamente cego. O nome disso é spray de pimenta. O amor é outra coisa.

O amor não faz seu mundo girar sem parar. O nome disso é labirintite. O amor é outra coisa.

O amor não te deixa sem chão, o nome disse é cratera. O amor é outra coisa.

O amor não te deixa quente e te leva pra cama. O nome disso é dengue. O amor é outra coisa.

O amor não retribui suas declarações. O nome disso é restituição de imposto de renda. O amor é outra coisa.

O amor não leva teu café da manhã na cama e ainda dá na boquinha. O nome disso é enfermeira. O amor é outra coisa.

O amor não te faz olhar pro céu e ver tudo colorido. O nome disso é queima de fogos de artifício. O amor é outra coisa.

O amor não te faz ficar simpático e amoroso de repente. O nome disso é Natal. O amor é outra coisa.

O amor não te liberta. O nome disso é ALVARÁ DE SOLTURA. Amor é outra coisa.

O amor não te deixa à mercê da vontade alheia. O nome disso é Boa Noite Cinderela. O amor é outra coisa.

O amor não te faz ver o mundo cor-de-rosa. O nome disso é baitolice. O amor é outra coisa.

O amor não é aquela coisa brega, mas que te remexe todo. O nome disso é Banda Calypso. O amor é outra coisa.

O amor não te dá a chance de mudar o que está diante de você. O nome disso é controle remoto. O amor é outra coisa.

O amor não tira suas defesas. O nome disso é HIV. O amor é outra coisa.

O amor não te pega desprevenido e te impulsiona para frente. O nome disso é topada. O amor é outra coisa.

O amor não faz o coração bater mais rápido. O nome disso é arritmia. O amor é outra coisa.

O amor não faz você dar suspiros. O nome disso é dia de Cosme e Damião. O amor é outra coisa.

O amor não te faz ver tudo com outros olhos. O nome disso é transplante. O amor é outra coisa.

About Me